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As Redes sociais não são laços sociais

“É Fácil Conectar E Fazer Amigos, Mas O Mais Atraente É Poder Se Desconectar”
Sociólogo polonês preocupado em compreender a sociedade pós-moderna, Zygmunt Bauman, 87 anos, autor de vários livros em que explica as relações sociais na contemporaneidade, comenta em 3 minutos, em uma de suas conferências que foi concedida para o Fronteiras do Pensamento, porquê nossas relações de amizade no Facebook são tão atrativas, fáceis e superficiais. Redes sociais não são laços sociais: rede é desconectável, mas os laços são eternos – Por Zymunt Bauman“Um viciado em Facebook me confessou – não confessou, mas de fato gabou-se – que havia feito 500 amigos em um dia. Minha resposta foi: eu tenho 86 anos, mas não tenho 500 amigos. Eu não consegui isso! Então, provavelmente, quando ele diz ‘amigo’, e eu digo ‘amigo’, não queremos dizer a mesma coisa, são coisas diferentes. Quando eu era jovem, eu não tinha o conceito de redes, eu tinha o conceito de laços humanos, comunidades… esse tipo de coisa, mas não d…

Avaliação 7 ano - Renascimento, Reformas religiosa, grandes navegações

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A vida...

Na vida e no amor, não temos garantias... Portanto não procure por elas... viva o que tem que ser vivido... Sem medos ... O medo é um dos piores inimigos do amor e da felicidade...
*Bomsábado* 🌦🌳🦐🍷

Arte Egípcia

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A Arte Egípcia nasceu há mais de 3000 anos a.C. e está ligada à religiosidade, visto que a maior parte das suas estátuas, pinturas, monumentos e obras arquitetônicas se manifesta em temas religiosos. Assim, o interior dos templos, bem como as peças ou espaços relacionados com o culto dos mortos, eram artisticamente elaborados. Os túmulos são um dos aspectos mais representativos da arte egípcia. Isso porque os egípcios acreditavam na imortalidade da alma e acreditavam, ainda, que a alma poderia sofrer eternamente caso o corpo fosse profanado. Daí decorre a mumificação e o caráter monumental do local onde as múmias eram colocadas, cujo objetivo era protegê-las pela eternidade. Pintura Egípcia O faraó contratava artistas para desenhar nas paredes pirâmides - túmulos dos faraós - a representação detalhada da sua vida, de modo que essa arte registra parte da história do Egito. A dimensão das pessoas e objetos não caracterizava uma relação de proporção e distância, mas sim os níveis hierár…

Cultura Africana

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A cultura africana deve ser observada sempre no plural, haja vista sua existência milenar e sua vasta diversidade. Cumpre lembrar que a África não é um país. A arqueologia aponta a África como o território habitado há mais tempo no planeta. Isso resultou na profusão de idiomas com mais de mil línguas, religiões, regimes políticos, condições materiais de habitação e atividades econômicas. Atualmente, o continente africano ocupa um quinto da Terra, com mais de 50 países e quase 1 bilhão de habitantes. Etnocentrismo, Eurocentrismo e Culturas Africanas É fato conhecido que a história africana foi escrita e contada pelos colonizadores europeus. Os viajantes, missionários e dirigentes coloniais foram os responsáveis pelos primeiros relatos acerca da cultura dos povos africanos. Assim, além de serem capturados para alimentarem a escravidão colonial, estes povos foram usurpados em todos os seus direitos, incluindo o de contar a própria história. O “Etnocentrismo” e o “Eurocentrismo” nas ciên…

6° ano - História: Para que serve a história? E o tempo histórico...

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Assim como podemos contar o tempo através do tempo cronológico, usando relógios ou calendários, temos ainda outros tipos de tempo: o tempo geológico, que se refere às mudanças ocorridas na crosta terrestre, e o tempo histórico que está relacionado às mudanças nas sociedades humanas. O tempo histórico tem como agentes os grupos humanos, os quais provocam as mudanças sociais, ao mesmo tempo em que são modificados por elas. O tempo histórico revela e esclarece o processo pelo qual passou ou passa a realidade em estudo. Nos anos 60, por exemplo, em quase todo o Ocidente, a juventude viveu um período agitado, com mudanças, movimentos políticos e contestação aos governos. O rock, os hippies, os jovens revolucionários e , no Brasil, o Tropicalismo (Caetano Veloso, Gal Costa, Gilberto Gil, entre outros) e a Jovem Guarda (Roberto Carlos, Erasmo Carlos, entre tantos outros), foram experiências sociais e musicais que deram à década de 60 uma história peculiar e diferente dos anos 50 e dos anos …

05 fev 1974 - Morre mestre Bimba

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No dia 5 de fevereiro de 1974 morria em Goiânia, aos 73 anos, Manoel dos Reis Macrashado, o baiano Mestre Bimba. Ele foi responsável por uma renovação na história da capoeira ao introduzir elementos de boxe e do jiu-jitsu na coreografia da capoeira de angolana. Nascido no dia 23 de novembro de 1900, na cidade de Salvador, Bimba criou seu estilo próprio de capoeira, introduzindo golpes mais agressivos de lutas estrangeiras. Ele montou uma academia para ensinar a sua arte aos filhos da classe média. Também estabeleceu regras que seguiu com rigor como uso de uniforme, aplicação de exames, realização de formatura e entrega de diploma e medalha.